Quem sou eu? Sou muitas coisas e sou nada. Sou meus tropeços, meus começos... Sou meu orgulho e minha honestidade. Sou cada gota de verdade no meu sarcasmo. Sou a tristeza escondida por trás do sorriso e a procupação genuína com a humanidade. Sou minha risada escandalosa e meus sentimentos silenciosos. Na maioria das vezes sou a errada, mas ainda assim a mais sensata. Sou meus acertos, mas principalmente sou cada um dos meus erros.
“-Só sei que nós nos amamos muito…
-Porque você está usando o verbo no presente? Você ainda me ama?
-Não, eu falei no passado!
-Curioso né? É a mesma conjugação.
-Que língua doida! Quer dizer que NÓS estamos condenados a amar para sempre?
-E não é o que acontece? Digo, nosso amor nunca acaba, o que acaba são as relações…
-Pensar assim me assusta.
-Por que? Você acha isso ruim?
-É que nessas coisas de amor eu sempre dôo demais…
-Você usou o verbo ‘doer’ ou ‘doar’?
-[Pausa] Pois é, também dá no mesmo…”